Professora Adjunta do Departamento de Matemática ----------- Universidade Estadual Paulista - UNESP, IGCE - Campus de Rio Claro.--------- tel. +55-19-3526-9381 ------- e-mail: mirgps@rc.unesp.br,------ http://twitter.com/miriam_penteado
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Festschrift for Ole Skovmose
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Novo livro por Ole Skovmsose - In doubt

IN DOUBT - about Language, Mathematics, Knowledge and Life-Worlds
details in
https://www.sensepublishers.com/product_info.php?products_id=925&osCsid=a401f9040e0daf7e3f8e25ec59aa4e3a
During years a main part of Ole Skovsmose’s research has addressed educational issues. He has developed the notions of landscapes of investigation, mathematics in action, students’ foreground, and ghettoising with particular reference to mathematics education. In this book he addresses more general issues related to mathematics. Ole Skovsmose tries to show that mathematics, like any other language, includes presumptions, ideas, and priorities. Mathematics does not provide a step out of the metaphysics that accompanies natural language, as suggested by many, who see mathematics as the language of objectivity. By investigating how mathematics forms part of technological endeavours, Ole Skovsmose explores how also mathematics itself embraces a range of metaphysical assumptions. This observation has implications for how we interpret the most general aspects of human life. Thus,Ole Skovsmose sees our life-worlds as fabricated and mathematics as being crucial to this fabrication. It constitutes part of the human condition, although it can be a highly dubious and frightful constitution. ISBN 978-94-6091-027-2 hardback USD99/EUR90 ISBN 978-94-6091-026-5 paperback USD39/EUR35 November 2009, 166 pages
matemática em toda parte
nesse link
(http://objetoseducacionais2.
para download.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
25 anos da PGEM UNESP Rio Claro
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Mestrado defendido - As primeiras orientandas de mestrado na PGEM - Rio Claro

sexta-feira, 31 de julho de 2009
Mestrado defendido - Professores de Matemática que usam a tecnologia de informação e comunicação no ensino superior
Mestrado em andamento - Grupos de estudos na elaboração de atividades de geometria dinâmica em uma perspectiva investigativa
Este é meu orientando Guilherme Henrique Gomes da Silva, que iniciou o mestrado em educação matemática aqui na UNESP em março de 2008 após terminar uma especialização em matemática oferecida também aqui pelo departamento de matemática. O Guilherme foi aluno do Juarez que fez o mestrado aqui e estimulou seus alunos lá de São João da Boa Vista a prosseguirem estudos em nível de pós-graduação. Além do mestrado ele dá aulas como professor efetivo na rede estadual e municipal de ensino numa outra cidade. Viaja bastante para fazer tudo isso mas está sempre alegre e animado com a pesquisa.
Mestrado defendido - Contribuições de um grupo de estudos para a formação matemática de professoras que lecionam nas séries iniciais

quinta-feira, 30 de julho de 2009
Mestrado defendido - PROFESSORES-MULTIPLICADORES: uma maneira de organizar a formação de professores de matemática para o uso da informática na escola
Mestrado em andamento - O alcance e a potencialidade do programa RIVED, na visão de professores de matemática

Apresento a Vanessa de Paula Cintra que veio da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) para Rio Claro no ano de 2008 para cursar disciplinas como aluna especial. Em março de 2009, a Vanessa ingressou como aluna regular de mestrado sob minha orientação. O seu projeto está relacionado com pesquisa desenvolvida em nível de iniciação científica na UFU sob a orientação do meu colega, Professor Arlindo Souza.
Doutorado em andamento - A Imagem no Ambiente Informatizado enquanto Elemento Facilitador para o Ensino de Geometria com Criança Surda
Apresento meu orientando de doutorado - Elielson Ribeiro de Sales (ersalles@gmail.com)
Sales, como gosta de ser chamado, mudou-se de Belém-PA para Rio Claro para começar o doutorado em educação matemática na UNESP de Rio Claro em março de 2009. Veio compartilhar conosco a experiência que possui sobre educação matemática para estudantes surdos.
Resumo da pesquisa
O eixo central da pesquisa surgiu da necessidade de dirigir o olhar ao cenário que compõe o contexto da escola especializada na educação de Surdos, para investigar em que medida a utilização da imagem no ambiente informatizado pode contribuir para o processo de ensino e aprendizagem de geometria com a criança Surda. A presente proposta será conduzida em duas unidades especializadas na educação de Surdos do município de Belém-PA, com 20 alunos Surdos, usuários da Libras, matriculados no Ensino Fundamental. Serão utilizadas como estratégias: observações em sala de aula; registro através de filmagens das atividades desenvolvidas pelos alunos. Entrevista semi-estruturadas com os responsáveis pelos alunos, com o intuito de coletar informações sobre um pouco da história de cada aluno. Os dados serão discutidos tendo em vista dois aspectos: o processo metodológico envolvido no trabalho com alunos surdos; as aquisições conceituais apresentados pelos alunos em relação aos problemas aditivos.
Palavras-chave: Imagem. Surdez. Informática Educativa. Geometria
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Novo número da Revista da ULBRA
terça-feira, 21 de julho de 2009
Brincadeiras, explorações e ações
segunda-feira, 20 de julho de 2009
educação financeira nas aulas de matemática
| Em minha opinião a educação financeira na aula de matemática favorecerá a metodologia de trabalho com projetos. Vamos torcer para que essa lei seja implementada logo. E os professores? Como fica a formação de professores? Os cursos de licenciatura preparam os professores para ensinar isso? Tenho minhas dúvidas... > Portal UOL Educação, 17/07/2009 |
Câmara aprova educação financeira nas aulas de matemática
Da Redação em São Paulo
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara aprovou o ensino de finanças na disciplina de matemática, no ensino fundamental e médio. A proposta segue agora para o Senado. A medida, aprovada na quarta-feira (15), constava em um projeto analisado e referendado pela Comissão de Educação e Cultura. O relator do projeto na CCJ, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), fez com que o projeto alterasse a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Em sua opinião, o assunto não cabia em projeto de lei separado.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
cursos, cursos... até quando?
Surpresa? É claro que não. Antes de oferecer esses cursos é preciso saber o que querem e o que precisam os professores que estão nas salas de aula das escolas espalhadas por esse país. A baixa procura de que fala a reportagem pode ser entendida como uma resposta dos professores para esses cursos que, em grande parte, são planejados dentro dos gabinetes.
Cursos, cursos.... será que não há um outro modelo de atuação para dar suporte ao trabalho do professor na escola?
veja a notíca...
São Paulo, 17 de julho de 2009
JORNAIS
Folha de S.Paulo
Editoriais
Baixa procura
Pouca adesão inicial a programa do MEC para formar professor indica necessidade de mobilizar as três esferas federativas
A NECESSIDADE de melhorar a formação dos professores brasileiros é consenso no debate sobre estratégias para avançar na qualidade do ensino. A fim de atender a essa demanda, o MEC (Ministério da Educação) preparou um plano para ofertar 330 mil vagas até 2015 em cursos para docentes de escolas públicas. O objetivo é chegar àqueles que ainda não têm nível superior ou que não fizeram licenciatura na disciplina específica em que dão aulas.
O plano parecia perfeito no papel, mas uma reportagem do jornal carioca "O Globo" acaba de mostrar que há indícios preocupantes de desinteresse, por parte dos próprios profissionais, em melhorar sua formação.Dezesseis dias após o anúncio do plano -e a 15 do prazo final de inscrição-, apenas 5.794 profissionais haviam feito inscrição para as 52.894 vagas, o que dá um percentual de 11%. Em Estados mais pobres e com indicadores educacionais piores, a situação é ainda mais inquietante: Piauí, Maranhão e Bahia tiveram, até agora, menos de 4% de inscritos em relação às vagas oferecidas.
A baixa procura levou o MEC a lançar uma campanha para informar aos professores a possibilidade de, gratuitamente, complementar sua formação em períodos nos quais não estejam em aula. A preocupação se justifica, especialmente quando se recorda da desastrosa iniciativa do governo federal de erradicar o analfabetismo adulto.
O presidente Lula iniciou seu primeiro mandato com a promessa de acabar com o analfabetismo num prazo de quatro anos. Montou um plano ambicioso para alfabetizar 20 milhões de brasileiros. O próprio Lula chegou a dizer, no lançamento do programa, em 2003, que o desafio era "menos de dinheiro" e "mais de disposição política".Os resultados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, mostram que não se chegou nem perto disso. De 2002 a 2006, a queda no número de analfabetos foi irrisória, de 14,8 milhões para 14 milhões. O último dado disponível, de 2007, mostra que o país ainda tem 10% de sua população adulta sem saber ler ou escrever um bilhete simples.
Um dos motivos para esse fracasso pode ser pesquisado na própria Pnad: o percentual de analfabetos que diziam frequentar escola ou curso de alfabetização nunca superou 4% na série histórica da pesquisa. Em resumo, montou-se um plano que parecia bem elaborado nos gabinetes da burocracia de Brasília, mas que foi por água abaixo por falta de demanda.
Ainda há tempo para prevenir que o mesmo ocorra com a formação de professores. Para isso, será necessário maior empenho não apenas do Ministério da Educação, mas, também, de Estados e municípios. Eles terão que dar estímulos concretos para incentivar seus docentes a melhorarem sua capacitação e conciliarem a iniciativa com as atividades em sala de aula.