domingo, 12 de julho de 2009

País tem 11,5% de crianças analfabetas

São Paulo, domingo, 12 de julho de 2009





Dados do IBGE apontam que entre 2001 e 2007, a redução de analfabetos com 8 e 9 anos de idade foi só de 2,5 pontos

Se a queda for na mesma velocidade, dificilmente o Brasil cumprirá a meta de ter até 2022 todas crianças alfabetizadas aos 8 anos

ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

Apesar dos avanços, o Brasil ainda tem 11,5% das crianças de oito e nove anos analfabetas.
Este percentual já foi bem maior (47% em 1982), mas, na atual década, vem caindo em ritmo mais lento, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. De 2001 a 2007, a redução foi de apenas 2,5 pontos.
Uma criança não alfabetizada com mais de oito anos de idade apresenta dificuldades não apenas em português, mas em todas as outras disciplinas, já que sua capacidade de compreender textos é limitada.
É normal que, a medida que um indicador melhore, seu ritmo de queda reduza. O problema é que, se continuar caindo na mesma velocidade de 2001 a 2007, o Brasil dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação.
A situação é mais grave no Nordeste (23% de crianças analfabetas), especialmente no Maranhão (38%), Alagoas (29%) e Piauí (27%).
O dado do IBGE, porém, não dá um diagnóstico completo, pois se baseia só na informação de pais sobre se seus filhos sabem ler e escrever um bilhete simples. O instrumento que mais se aproxima deste objetivo é a Provinha Brasil, teste do MEC que avalia o nível de alfabetização no 2º ano do ensino fundamental. Como a prova é feita e corrigida pelas próprias redes, sua divulgação fica a critério do Estado ou município.
Resultados obtidos pela Folha com as secretarias que já divulgaram o exame mostram que, na cidade do Rio, em Belo Horizonte e no Distrito Federal, mais de um terço dos estudantes estavam abaixo do nível considerado adequado.
Eles não necessariamente são analfabetos, mas apresentam dificuldades até mesmo para ler frases curtas ou palavras mais complexas.
No Rio e no Distrito Federal, o percentual de alunos abaixo do adequado foi de 37% e, em Belo Horizonte, 35%. São Paulo ainda não divulgou os dados.

Repetência
Para o especialista em avaliação educacional Ruben Klein, a principal explicação para o analfabetismo entre crianças cair em ritmo mais lento é a repetência na primeira série.
Uma tabela elaborada por ele mostra que a trajetória da repetência na primeira série tem comportamento idêntico ao verificado na taxa de analfabetismo aos 8 e 9 anos.
Em 1982, o censo escolar do MEC registrava que 60% das crianças desta série eram repetentes. A taxa diminuiu quase pela metade até o ano 2000, quando registrou-se 32% de crianças repetentes.
O problema foi que, a partir daí, a queda se deu em ritmo mais lento e, em 2005 (último ano da série histórica do pesquisador), ela estava em 29%, uma redução de apenas três pontos percentuais na primeira metade da década.
Klein pondera que essas crianças não alfabetizadas na idade correta acabam aprendendo tardiamente. Prova disso é que, aos 15 anos, o percentual de analfabetos na Pnad oscila entre 1% e 2% desde 2002.
"Mas é uma alfabetização muito simples e grosseira, longe de ser suficiente, e que compromete a qualidade da aprendizagem, já que eles chegam aos 14 ou 15 anos de idade com um atraso muito grande em relação à série que deveriam estar cursando", diz o especialista.
Os dados do IBGE mostram também que a alfabetização varia de acordo com a renda.
Em famílias mais ricas (mais de cinco salários mínimos per capita), aos cinco anos de idade, quase metade (47%) das crianças já se alfabetizaram. Entre as mais pobres (menos de 1/4 de salário mínimo per capita) o percentual é de 10%.
Aos sete, praticamente todas as crianças mais ricas já se alfabetizaram, mas a taxa entre as mais pobres é de 49%.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Innovate journal of online education

Innovate (ISSN 1552-3233) is an open-access, peer-reviewed, online periodical published bimonthly by the Fischler School of Education and Human Services at Nova Southeastern University. The journal focuses on the creative use of information technology to enhance education and training in academic, commercial, and governmental settings. Our basic assumption is that innovation in one sector can inform practice in each of the other sectors.

As our list of authors illustrates, we welcome submissions from a wide community of practitioners—from professors, teachers, trainers, and support specialists to program administrators, software designers, and leaders in the information technology industry. Articles generally fall into one of the following categories:

Applied Research and Advanced Practice: Description of a technological innovation and its implementation, even in pilot form, and presentation of evidence that substantiates its practicality and value. The topic may be large in scale (e.g., a technology tool tested at 10 institutions) or more limited in scope (e.g., a technology tool employed in a science class or in a corporate training program). Example: G. Valdez and others, Effective Technology Integration in Teacher Education: A Comparative Study of Six Programs, Innovate 1, no. 1 (October/November 2004).

Development: Information on the newest projects, programs, tools, and trends in educational technology. Example: J. Maybaum, Web Publishing for the Individual, Not the Enterprise, Innovate 1, no. 1 (October/November 2004).

Commentary: Critical reflections on the changing nature of teaching, learning, and training in the 21st century. Example: D. Norris, J. Mason, and P. Lefrere, Experiencing Knowledge, Innovate 1, no. 1 (October/November 2004).

Ideas to Watch: Concept descriptions that point to important new directions for research, product, and process development. Example: J. Foreman, Video Game Studies and the Emerging Instructional Revolution, Innovate 1, no. 1 (October/November 2004).

From Our Sponsors: Articles that describe how educators use our sponsors’ products to enhance teaching, learning, and administration; how sponsors' services or products enhance educational effectiveness; or how sponsors view the future of education and the role information technology tools will play in that future.

Microsoft is our charter sponsor. We welcome manuscripts describing uses of Microsoft technology to enhance, extend, or replace traditional pedagogy or research methods in higher education. Please submit complete manuscripts to our managing editor, MaryAnne Gobble (mgobble@nsu.nova.edu).

Innovate occasionally publishes special issues focused on particularly relevant or timely issues in the educational community.

Each issue of Innovate also features a column by Alan McCord and Denise Easton, Innovate-Ideagora, who describe recent activity on our social network and share interviews with leaders in educational technology.

Innovate Interactive

Innovate is dedicated to showcasing the most dynamic, interactive technology available. In addition to article-specific features, such as interactive Webcasts that connect authors and readers, the "discuss" and “read-related” features that appear with each article, and our RSS feed, Innovate enters the Web 2.0 world with its own social network. On Innovate-Ideagora, our Ning-based social network, members participate in wide-ranging conversations about education and information technology and the future of education.

We also host a conferences page where subscribers can find out about upcoming events that focus on the use of information technology tools to enhance the educational process. If you are planning a conference that you wish to be listed in this section, please contact editor-in-chief James Morrison at jlm@nova.edu.

Subscribers

Subscriptions to Innovate are free, but we do ask subscribers to provide demographic information. Currently there are 72,869 subscribers in 272 countries, although the majority of subscribers are in the United States (53%), United Kingdom (6%), (5%), and Canada (5%). With respect to organizational type, 55% are in higher education, 14% in K-12 education, and 31% are in corporations, govermental, or other types of organizations. With respect to positions, 24% are faculty members, 9% are administrators, 13% are students, and 54% are in such positions as information technology specialist, staff, self-employed, or work as librarians.

MULHERES DO PLANETA


Vi uma reportagem na TV sobre uma exposição que está ocorrendo no OCA - em São Paulo.

é o trabalho de um artista do Marrocos (acho que com nacionalidade Francesa), Titouan Lamazou, que viajou por 40 países fotografando e colhendo histórias de mulheres.

Este é o catálogo oficial da exposição "Mulheres do Planeta", que acontece na Oca, em São Paulo, a partir de 11 de maio até 11 de julho de 2009.

A exposição faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil.

Titouan Lamazou

De família francesa, Titouan Lamazou nasceu em Casablanca, no Marrocos, em 1955, e aos 11 anos decidiu enveredar pela arte. Aos 17 anos foi admitido na Escola de Arte de Marselha e Aix-en-Provence, França, porém, logo outra de suas paixões, a navegação, orientou seu talento e criatividade para outras paragens. Foi nesse momento que empreendeu sua primeira viagem transatlântica, combinando arte, vela e viagem de uma maneira original e única.

Em 1991, Lamazou consagrou-se como campeão mundial de regata oceânica. A partir de então, o artista percebeu que tinha maturidade suficiente para publicar diários de viagem pela maior editora francesa, Gallimard. Em 2001, Titouan decidiu dedicar sua vida ao projeto “Mulheres do Planeta”. (RETIRADO DO SITE DA FNAC)

o livro pode ser encontrado na FNAC.



vale a pena conferir. Adorei a produção.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

PUBLICAÇÃO

29 de junho de 2009

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA E O TRABALHO COM PROJETOS NA ESCOLA
Mathematics teacher education and project work in school
Maria Dirlene da Silva Cattai e Miriam Godoy Penteado.


Disponível aqui



Resumo

O objetivo do presente texto é apresentar os resultados de uma pesquisa que procurou discutir a formação dos professores de Matemática que trabalham com projetos e documentar a manei- ra da implementação dessa proposta na escola. Os dados são provenientes de entrevistas com dez professores de Matemática, os quais atuam no Ensino Fundamental ou Médio. Seus relatos possibilitam identificar três formas diferentes de trabalhos com projetos: i) individualmente e por iniciativa própria; ii) por sugestão da escola, de forma fragmentada; iii) coletivamente. Não há indícios de que a formação inicial desses professores os tenha influenciado a trabalhar com projetos. Esse preparo foi construído ao longo de suas carreiras, através da participação em cursos de formação continuada, da experiência com a prática e das interferências de suas características pessoais.



This paper presents the results of research aiming at discussing the relationship between mathematics teacher education and the development of project work in teaching practice. The data are taken from interviews with ten secondary and high school mathematics teachers as well as two questionnaires answered by each of them. It was possible to identify three different forms of working with projects: i) individually- teachers’ own initiative; ii) by school recommendation- in a fragmented manner; iii) collectively. There are no evidences that the pre-service education influenced their work with projects. This preference was developed during their careers through participation on in-service courses, practical experience, and personal characteristics. In-service teacher education was the main aspect which contributed for their preference.





quarta-feira, 17 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

INCLUSÃO DIGITAL

10 DE JUNHO DE 2009

Inclusão digital para deficientes visuais


acesse o link para ver uma reportagem

NOTÍCIAS

19 de junho de 2009

Tesouro brasileiro na internet

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Foi lançado oficialmente, na última terça-feira (16/6), o projeto Brasiliana Digital, que disponibilizará pela internet, com acesso livre, a coleção de cerca de 40 mil volumes da Biblioteca Guita e José Mindlin, doada à Universidade de São Paulo (USP) em 2006, além de outros acervos da USP.

A versão inicial, que já está funcionando, oferece acesso a 3 mil documentos da coleção reunida por Mindlin ao longo de mais de 80 anos. O lançamento do projeto, realizado em conjunto com uma homenagem ao bibliófilo, ocorreu durante a cerimônia de abertura do seminário Livros, Leituras e Novas Tecnologias, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na capital paulista.

“Desde que comecei a coleção, já sabia que a biblioteca não podia ser para sempre um patrimônio particular. Estava claro que éramos depositários e formadores desse conjunto, mas sem o viés da propriedade. Como toda minha família tem forte relação com a USP desde a década de 1930, quando entrei no curso de Direito da universidade recém-inaugurada, não tive dúvidas sobre a escolha da instituição para a qual deveria doar esse patrimônio”, disse Mindlin.

A fase piloto de implantação do projeto conta com apoio da FAPESP, por meio da modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular. Os recursos fornecidos pela Fundação permitiram a compra de um sistema integrado de digitalização robotizada de livros encadernados.

“O robô foi adquirido em janeiro e neste primeiro semestre parte da nossa equipe foi para os Estados Unidos receber treinamento para operá-lo. Há sete semanas estamos trabalhando com ele. O robô permite digitalizar cerca de 2,4 mil páginas por hora, o que equivale a cerca de 40 livros por dia”, disse Pedro Puntoni, professor do Departamento de História da USP e coordenador da Brasiliana Digital, à Agência FAPESP.

A Biblioteca Guita e José Mindlin reúne diversos tipos de livros, folhetos e manuscritos sobre assuntos brasileiros. “O acervo cobre áreas como literatura, prosa e poesia, história, relatos de viagens, crítica literária, ensaios, filologia, dicionários, obras de cronistas, história natural, botânica e zoologia. Nem tudo está em português, mas tudo diz respeito ao Brasil”, explicou Puntoni.

Segundo ele, o projeto permitirá aliar a conservação das obras – muitas delas com vários séculos de existência – e a universalização do acesso a elas. “O governo brasileiro, em suas três esferas, tem investido muito em inclusão digital, que deverá aumentar imensamente a parcela da população brasileira com acesso à internet. A Brasiliana Digital dará acesso a esse acervo riquíssimo, preservando-o ao mesmo tempo”, afirmou.

O historiador explicou que ainda não há previsão do tempo necessário para a digitalização integral do acervo doado por Mindlin. Mas, com a tecnologia de digitalização avançada e um sistema de gestão de informação adequado, a equipe está pronta para ampliar o ritmo do projeto.

“Como o prédio no qual o acervo será instalado ainda não está pronto, não pudemos ainda definir a dinâmica do processo. O robô, apelidado pela equipe de Maria Bonita, é operado por conservadores. Quando lidamos com um livro do século 16, por exemplo, temos que diminuir o ritmo. Estamos ainda aprendendo a lidar com o equipamento”, disse.

O projeto recebeu da FAPESP até o momento cerca de US$ 980 mil, usados para a compra do robô e apoio a 15 bolsistas. Segundo Puntoni, a equipe envolvida com o projeto tem cerca de 30 integrantes, entre pesquisadores, bibliotecários, analistas e programadores.

A base do projeto Brasiliana Digital, segundo Puntoni, é o projeto Brasiliana USP, coordenado por István Jancsó, do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP. “A Brasiliana USP é um projeto da reitoria da USP que permitirá o acesso para pesquisa e ensino da maior coleção de livros e documentos de e sobre o Brasil custodiada por uma universidade em escala mundial, tornando-a disponível na internet”, explicou Puntoni.

Para abrigar o acervo doado por Mindlin e a nova sede do IEB, a Brasiliana USP está construindo um edifício com cerca de 20 mil metros quadrados no centro da Cidade Universitária, em São Paulo. O projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb, com a assessoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

“O contrato com a construtora prevê o prédio pronto no fim de outubro, incluindo toda a parte estrutural, como ar-condicionado, cadeiras do auditório, elevadores, etc. A partir daí será preciso trabalhar na instalação de equipamentos, sistemas de segurança e no acabamento. Acreditamos que em 2010 o novo prédio estará operacional”, disse Puntoni.

A parte do prédio onde ficará o IEB, no entanto, deverá levar aproximadamente mais dois anos para ser finalizada. “A parte da construção voltada à coleção Mindlin foi privilegiada, para podermos trazer logo o acervo. Precisaremos ainda levantar recursos para a finalização da outra parte”, disse.

Integração digital

Segundo Jancsó, a concepção básica do projeto Brasiliana USP parte da ideia de criar uma estrutura de conservação de uma parcela do patrimônio cultural da nação, que é a Biblioteca Guita e José Mindlin.

“A partir daí, poderemos investir na conservação do extraordinário acervo documental guardado pela USP. A universidade tem, em suas bibliotecas, cerca de 6,5 milhões de livros. Tudo isso hoje está à disposição dos interessados quase que exclusivamente mediante acesso presencial”, disse.

A ideia do projeto, segundo Jancsó, é contribuir para a conservação de todo o acervo da USP por meio da constituição de um centro de formação de restauradores que levará o nome de Guita Mindlin – a esposa de José Mindlin, morta em 2006 aos 89 anos, pioneira nas ações de restauro de livros e documentos no Brasil.

“Por outro lado, é papel da universidade pública fazer com que a visão patrimonial seja superada e fazer com que esse acervo custodiado pela USP possa estar ao alcance, de modo universal e irrestrito, a todos os brasileiros interessados”, afirmou.

De acordo com Jancsó, os acervos do IEB e da Biblioteca Guita e José Mindlin são complementares e, juntos, deverão formar a principal coleção existente de livros e documentos voltados aos estudos brasileiros. “A construção desse prédio no centro da USP resgata a ideia de que essa universidade foi criada para pensar o Brasil”, disse.

Jancsó conta que a USP investiu R$ 15 milhões para a construção do novo prédio e o projeto captou mais R$ 18 milhões junto a fundações e recursos provenientes de mecanismos de renúncia fiscal. Já os recursos da Brasiliana Digital foram integralmente fornecidos pela FAPESP. “Agora, conseguimos autorização para captar mais R$ 11 milhoes pela lei Rouanet, para finalizar a obra. E vamos ter que buscar mais recursos. A obra é do tamanho do projeto”, destacou.

O site Brasiliana USP reúne informações sobre o projeto, sobre a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e Brasiliana Digital, com destaques como o primeiro livro impresso no Brasil (A Relação da Entrada[...], por Antonio Isidoro da Fonseca), cenas da vida urbana de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) e o relato do marinheiro Hans Staden (1525-1579), de 1557.

“A edição de 1557 de Marpurg é a verdadeira primeira edição da obra de Hans Staden. Comprei-a encadernada com mais três livros (Varthema, Federman e um romance de cavalaria alemão), numa encadernação de 1558. A biblioteca possui também uma edição pirata de Frankfurt, provavelmente do mesmo ano, que, não dispondo das matrizes da primeira edição, foi ilustrada com gravuras da viagem de Varthema ao Oriente, sem qualquer relação com o Brasil e com os índios”, disse Mindlin.

Brasiliana Digital: www.brasiliana.usp.br/bbd.


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10 de junho de 2009

Relatório do Unicef mostra que Brasil tem 680 mil crianças fora da escola
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da Agência Brasil

Relatório divulgado nesta terça-feira pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostra que o Brasil registrou avanços importantes na educação nos últimos 15 anos. Cerca de 27 milhões de estudantes estão nas salas de aula, o que corresponde a 97,6% das crianças entre 7 e 14 anos. Mas o Unicef chama a atenção para o fato de que a parcela ainda fora da escola (2,4%) representa 680 mil brasileiros nessa faixa etária.

O estudo "Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 - O Direito de Aprender" aponta que os "grandes investimentos" feitos na área desde a década de 90 permitiram ampliar o número de matrículas.

Segundo o documento, "as desigualdades presentes na sociedade ainda têm um importante reflexo no ensino brasileiro". O relatório alerta que são os grupos mais vulneráveis da população que enfrentam dificuldades para ter acesso à educação e concluir os estudos.

"As mais atingidas são as [crianças] oriundas de populações vulneráveis como as negras, indígenas, quilombolas, pobres, sob risco de violência e exploração, e com deficiência", cita o estudo. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste.

O relatório ressalta que, enquanto em Santa Catarina 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação; no Acre esse percentual cai para 91,3%.

Com o acesso à escola quase universalizado, o desafio para o país, de acordo com o fundo, é garantir educação de qualidade e, principalmente, reduzir as desigualdades.

Entre os avanços alcançados pelo Brasil nas últimas décadas, o estudo destaca a redução do analfabetismo em consequência do aumento da taxa de escolarização. O Unicef ressalta que a queda tem sido maior entre os grupos mais jovens. "A menor taxa de analfabetismo [segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2007] ficou com o grupo de 15 a 17 anos, 1,7%", diz o texto.

Os altos índices de repetência e abandono escolar são um aspecto importante que precisa ser enfrentado, segundo a organização. A reprovação tem forte impacto na adequação idade-série, ou seja, o aluno cursar a série indicada para a sua idade.

Segundo o relatório, apesar de passar em média dez anos na escola, os estudantes brasileiros completam com sucesso pouco mais de sete séries. "De acordo com os dados do Censo Escolar de 2006, a quantidade de concluintes do ensino fundamental corresponde a 53,7% do número de matrículas na 1ª série deste nível de ensino no mesmo ano. No ensino médio, a proporção entre matriculados na 1ª série e os concluintes é ainda menor: 50,9%", aponta o estudo.

O Unicef destaca que a ampliação da obrigatoriedade do ensino é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Hoje apenas o ensino fundamental (dos 7 aos 14 anos) é obrigatório. O fundo recomenda que a educação infantil (para crianças de 4 e 5 anos) e o ensino médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos. Proposta de emenda à Constituição que estende a obrigatoriedade a essas etapas de ensino tramita no Congresso Nacional.

Segundo o relatório, nas nações desenvolvidas a escolaridade obrigatória varia de dez a 12 anos e engloba o ensino médio. Em alguns países como a Alemanha, a Bélgica e a Holanda, a escolarização obrigatória chega a 13 anos.

"Em conjunto com uma educação de qualidade, cujo pilar é a valorização do trabalho do professor, a permanência na escola por mais tempo garante aos estudantes uma aprendizagem mais ampla e consciente, o que coloca esses países nos lugares mais altos dos rankings dos exames internacionais", diz o documento.

(disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u578744.shtml)

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10 de junho de 2009

Crianças indígenas, quilombolas e do campo têm maior dificuldade no acesso a educação Publicidade


Relatório divulgado nesta terça-feira pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) alerta que, embora a educação no Brasil tenha melhorado, a situação de alguns grupos ainda é vulnerável "quando se trata do pleno exercício do direito de aprender".

Crianças e adolescentes indígenas, quilombolas, com deficiência ou que vivem no campo são as que enfrentam mais dificuldade para ter acesso à educação, segundo mostra o relatório "Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 O Direito de Aprender".

Segundo o Unicef, dados do Censo Escolar 2007 mostraram a dificuldade de progressão nos estudos das crianças com deficiências. "Enquanto 70,8% cursam o ensino fundamental, apenas 2,5% estão no ensino médio".

O estudo destaca entretanto que houve um importante aumento de 597% no ingresso desses alunos em classes comuns do ensino regular entre 1998 e 2007.

Entre os indígenas e quilombolas, a principal deficiência é a infraestrutura inadequada das escolas e a baixa qualidade do ensino oferecido. No caso dos quilombolas, o Unicef destaca que as escolas estão frequentemente distantes das casas dos alunos e os professores em sua maioria não têm a formação adequada para atuar em sala de aula.

Segundo o Unicef, nos últimos anos esses grupos tornaram-se "foco de políticas públicas específicas e de ações desenvolvidas por diferentes organizações da sociedade civil". Com isso, houve melhora nos indicadores educacionais. Entre 2002 e 2007, o número de estudantes indígenas cresceu 50%, chegando a 176 mil.

A pesquisa revela também que há evolução da oferta educacional nas comunidades quilombolas. De 2005 para 2006, o número de escolas localizadas em áreas remanescentes de quilombos cresceu 94%. Mas em 2007, verificou-se uma pequena redução de cerca de 30 unidades.

No campo, a Unicef aponta grande dificuldade de acesso de professores e alunos às escolas em função das deficiências do transporte escolar. "Além disso, muitos currículos estão desvinculados da realidades, das necessidades, dos valores e dos interesses dos estudantes, o que impede que o aprendizado se transforme em instrumento para o desenvolvimento do meio rural", cita o relatório.

Como consequência desse descolamento da escola com o meio rural verifica-se um baixo nível de instrução e de acesso à educação. "A escolaridade média da população de 15 anos ou mais que vive na zona rural corresponde a quase metade do índice da população urbana", ressalta o estudo.

(disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u578746.shtml)

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10 DE JUNHO DE 2009


Amazônia Legal tem cerca de 160 mil jovens fora da escola



RIO - Com a população mais jovem de todo o país - cerca de 9,2 milhões de crianças e adolescentes de até 17 anos - a Amazônia ainda concentra alguns dos mais preocupantes indicadores sociais nacionais. O levantamento do Unicef, divulgado nesta terça-feira, aponta que os estados da Amazônia Legal ainda têm mais de 90 mil adolescentes analfabetos e cerca de 160 mil meninos e meninas entre 7 e 14 anos fora da escola. Segundo a pesquisa, um dos maiores entraves na luta para garantir o direito de aprender a esses estudantes é a deficiência no sistema de transporte escolar.

Com mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia Legal reúne uma população heterogênea, com comunidades centenárias de indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outros, que diariamente convivem com dificuldades de trânsito e acesso por causa da baixa cobertura de malhas viárias e da necessidade de utilização de transporte fluvial, o que prejudica ainda a frequência e a permanência de muitas crianças e adolescentes nas escolas dos 750 municípios da região. Essa realidade faz com que muitos estudantes das comunidades amazônicas precisem percorrer grandes distâncias a pé, de barco, em pequenas canoas ou de bicicleta para chegar à escola.

Ainda na avaliação do Unicef, esses entraves, somados à falta de políticas públicas nas localidades mais distantes dos centros urbanos, se refletem diretamente na frequência de meninos e meninas à escola desde os primeiros anos de vida. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o Norte é a região com menos crianças de até 3 anos de idade em creches - 7,5%, sendo que a média nacional é de 17,1%.

Outra situação que impede o ingresso das crianças no sistema educacional é o fato de muitas não terem o registro de nascimento. O sub-registro compromete o planejamento de políticas e dos programas de educação, saúde e assistência social. Não ter a certidão de nascimento dificulta o acesso de meninas e meninos a serviços nessas áreas, aumentando sua vulnerabilidade ao trabalho infantil, à exploração sexual e ao tráfico de pessoas.

Na contramão desses problemas, o Unicef propõe algumas alternativas como a adesão à Agenda Criança Amazônia. A proposta é a construção de políticas públicas que priorizem os direitos de meninos e meninas que vivem na região. Ao aderir a essa agenda, cada município se compromete a melhorar, até 2012, indicadores sociais como taxa de pobreza, mortalidade infantil e materna, desnutrição infantil, registro civil, acesso ao pré-natal, gravidez na adolescência, violência e trabalho infantil, incidência de aids e malária, acesso à água potável, acesso e permanência na escola, entre outros. (disponível em http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/06/09/amazonia-legal-tem-cerca-de-160-mil-jovens-fora-da-escola-756267453.asp )

terça-feira, 9 de junho de 2009

TIC E EDUCAÇÃO

18 de junho de 2009

Cidade do RJ distribui notes a alunos da rede pública


A cidade de Piraí, RJ, anunciou a compra de 5,5 mil laptops educacionais. O comunicado foi feito nessa terça-feira 16/06. Os computadores são do modelo educacional Classmate PC, da fabricante Positivo. Realizado com parceria da Intel, o projeto deve equipar toda a rede pública de ensino da localidade.

No segundo semestre desse ano, os 21 colégios municipais de Piraí já devem contar com os computadores atendendo a maioria dos seus 6,2 mil alunos. Os estudantes poderão levar os notes projetados pela Intel para casa ao término das aulas.

Os novos computadores serão somados aos 700 notebooks que já faziam parte do programa educacional da localidade. Os aparelhos haviam sido doados por um teste realizado pelo projeto Um Computador por Aluno (UCA) em colégios municipais.

A compra dos notebooks faz parte do programa Piraí Digital. O projeto criado em 2005 já cobriu 550 metros quadrados do município com banda larga. Ao todo, já foram gastos R$5,28 milhões com a iniciativa, dessa quantia, R$4 milhões foram fornecidos pelo Governo Federal para a compra dos aparelhos. De acordo com a Intel, cada Classmate PC foi vendido por aproximadamente R$700,00. A cidade deve ser a primeira do mundo a distribuir laptops para todos os alunos da rede pública.

Os notebooks têm configuração de 256 MB de memória, até 8 GB de armazenamento, chip Atom N270 1,6 GHz, webcam embutida e tela de cristal líquido de até 8,9 polegadas. Além disso, os Classmate PC só rodarão softwares abertos. "Não podemos fazer um projeto de inclusão digital com software proprietário", afirma a professora e coordenadora do Piraí Digital, Maria Helena Jardim.

leia mais aqui



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17 de junho de 2009.


Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar


ler mais sobre o assunto em http://revistaescola.abril.uol.com.br/avulsas/223_materiacapa_abre.shtml




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09 de junho de 2009


Portal das WebQuests em Português
Este Portal surgiu do interesse em criar um ambiente virtual, no formato de um portal, que fosse de fácil utilização, para consultas de materiais como sejam: artigos, teses, conteúdos e notícias relacionadas com estratégia das WebQuests e, ao mesmo tempo, servir de espaço para que os utilizadores, além de realizar consultas, possam também, obter um feedback de professores e avaliadores sobre o potencial educativo desta estratégia educativa. No entanto, além dos interesses acima especificados, sentimo-nos motivados para compreender e analisar como este ambiente pode promover a troca de informações e conhecimentos, através da participação nas diversas ferramentas do ambiente (fórum, blog e etc.) contribuindo assim, para a construção de uma comunidade virtual de professores, profissionais e alunos que se interessam pela temática das WebQuests.

domingo, 7 de junho de 2009

LIVROS

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Postagagem em 28 de junho de 2009

Tecnologias para a Educação Inclusiva

Editora Avercamp

De Darcy Raiça (Organizadoras)

Angela Salgado de A. Sandim
Cláudia Prioste
João Vilhete Viegas d’Abreu
José Armando Valente
José Manuel Moran
Maria de Fátima Garcia
Maria Elisabette Brisola Brito Prado
Maria Rosilene Sabino Dinato
Mônica Gardelli Franco
Odete Sidericoudes
Roberto Sussumu Wataya
Vicente Gosciola

Este livro apresenta um panorama de grandes desafios enfrentados por educadores na atualidade: a inclusão escolar e social e o uso de tecnologias. Educar, neste terceiro milênio, envolve assumir os desafios de estimular os alunos no desenvolvimento de competências pertinentes ao contexto global. Dentre as múltiplas competências exigidas, podemos destacar as habilidades de convivência e a capacidade de explorar e transformar os conhecimentos socialmente construídos, colocando-os em prática.

As novas tecnologias descortinam um universo de conhecimentos que circulam na sociedade, ampliando a diversidade de experiências e interações, facilitando assim o processo de inclusão. No entanto, para que isso ocorra, cada vez mais se torna importante a formação de profissionais flexíveis, imbuídos do desejo de se manterem atualizados acerca dos mecanismos culturais e tecnológicos contemporâneos. E sem deixar de valorizar a diversidade, a postura ética e humanística da relação pedagógica.

O livro sistematiza estudos inovadores de professores e pesquisadores voltados às emergentes questões da Inclusão e da Tecnologia da Informação e Comunicação. Visa a oferecer subsídios teóricos e práticos aos estudantes e profissionais do campo da educação, da tecnologia e áreas afins. Destina-se, sobretudo, àqueles que de alguma forma estão envolvidos com a educação e a inclusão social, e que buscam na tecnologia um apoio para a concretização e o sucesso de suas intervenções. Portanto, esta obra pode ser considerada um referencial aos gestores e coordenadores de instituições educacionais e sociais, aos formadores de professores, aos docentes que atuam em diversos níveis educacionais e aos alunos de licenciatura e cursos de especialização.

Sumário

1 Tecnologia e Educação Inclusiva, 19
Darcy Raiça
Educação e Inclusão, 21
Caminhos da Tecnologia, 25
Educação e Tecnologia, 27
O Uso da Tecnologia na Educação Inclusiva, 29
Referências Bibliográficas, 33

2 As Muitas Inclusões Necessárias na Educação, 35
José Manuel Moran
Educação: Inclusão como Direito e Menos como Negócio, 35
Inclusão Digital na Educação, 37
Inclusão da Sociedade na Educação, 38
Inclusão de Bons Professores, 39
Inclusão Afetiva na Relação Pedagógica, 42
Inclusão de Currículos mais Flexíveis, 46
Inclusão de Bons Gestores, 47
Tecnologias para a Inclusão dos Deficientes, 50
Conclusão, 52
Referências Bibliográficas, 54

3 Os Princípios da Informática na Educação e o Papel do Professor: uma Abordagem Inclusiva, 55
Maria Elisabette Brisola Brito Prado
Um Pouco da História, 55
O Papel do Professor no Contexto da Informática na Educação, 63
Referências Bibliográficas, 65

4 Os Diferentes Letramentos como Expansão da Inclusão Digital: Explorando os Potenciais Educacionais das Tecnologias da Informação e Comunicação, 67
José Armando Valente
Introdução, 67
As Diferentes Funções que as TIC Desempenham como Meio Educacional, 69
Os Diferentes Letramentos, 73
O Uso das TIC na Educação, 76
O Curso de Aperfeiçoamento “Aprendizagem: Formas Alternativas de Atendimento”, 79
Conclusão, 80
Referências Bibliográficas, 81

5 Realidades Permeáveis e a Inclusão na Cultura Digital: do Cinema ao ARG, 85
Vicente Gosciola
Realidades Permeáveis, 86
Realidades Permeáveis de Comunicação e Educação, 89
Do Cinema ao ARG: Possibilidades de Aplicação da Realidade Permeável em Comunicação e Educação, 90
O Futuro para as Realidades Permeáveis Diante dos Desafios Educacionais, 92
Referências Bibliográficas, 93

6 Ambiente de Robótica Pedagógica para Inclusão de Pessoas com Deficiência, 95
João Vilhete Viegas d’Abreu e Maria de Fátima Garcia
Introdução, 95
Autonomia, 97
Desenvolvimento de Dispositivos Robóticos para Pessoas com Deficiência, 100
Conclusão, 109
Referências Bibliográficas, 110

7 Inclusão Digital de Jovens e Adultos Não Alfabetizados: um Compromisso Histórico, um Dever Ético, 111
Mônica Gardelli Franco
Alfabetização: um Compromisso Histórico, 112
A Globalização da Inclusão ou Exclusão?, 114
Por Que Inclusão Digital de Adultos Não Alfabetizados?, 115
O Que Paulo Freire nos Diria sobre a Inclusão Digital de Adultos Não Alfabetizados?, 120
Algumas Experiências de Uso das Tecnologias na Alfabetização de Jovens e Adultos, 122
Conclusão, 126
Referências Bibliográficas, 127

8 A Tecnologia como Instrumento para a Inserção de Jovens ao Mundo do Trabalho e sua Integração Social, 129
Odete Sidericoudes
Contextualização, 129
Programa para o Futuro, 131
Metodologia de Trabalho, 132
Projetos de Trabalho como Estratégia Pedagógica, 132
Processo de Formação do Docente, 135
Conclusão, 136
Referências Bibliográficas, 137

9 Alfabetização Digital dos Deficientes Visuais: um Relato de Experiência, 139
Roberto Sussumu Wataya
O Deficiente Visual e o Direito à Educação, 140
Projeto @lfabetização Digit@l do Deficiente Visual, 143
A Experiência, 144
Referências Bibliográficas, 150

10 Internet e Problemas na Aprendizagem, 153
Cláudia Prioste
Interfaces da Rede na Hipermodernidade, 154
Aprendizagem e Inibição Intelectual, 160
Caso: Rafael, 162
Conclusão, 164
Referências Bibliográficas, 166

11 O Fio da Meada: Tecendo Oportunidades, 169
Angela Salgado de A. Sandim e Maria Rosilene Sabino Dinato
Convivência e Confiança por meio da Mediação: uma Meta de Possível Alcance, 170
A Inclusão como Parte de um Tecido em Construção... O Professor Mediador na Educação Inclusiva, 172
O Perfil do Professor Mediador no Contexto da Educação Inclusiva, 173
Professor Mediador: o Tear Necessário para o Tecido Surgir, 174
Estender os Fios e Ampliar o Tecido, 177
Conclusão, 179

Referências Bibliográficas, 179



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Bridging the Knowledge Divide Educational Technology for Development

Edited by:
Stewart Marshall, The University of the West Indies
Wanjira Kinuthia, Georgia State University
Wallace Taylor, The University of the West Indies


Published 2009

In many international settings, developing economies are in danger of declining as the digital divide becomes the knowledge divide. This decline attacks the very fabric of cohesion and purpose for these regional societies delivering increased social, health, economic and sustainability problems. The examples in this book will provide leaders, policy developers, researchers, students and community with successful strategies and principles of ICT use in education to address these needs.

sábado, 6 de junho de 2009

Projeto nas escolas do Paraná

Recomendo a leitura da matéria intitulada "Do pen drive à sala de aula" publicada na edição de 3 de junho da Revista Carta Capital.
Traz informação de um projeto de implementação do uso de tecnologia informática nas escolas da rede estadual do Paraná.

a reportagem na íntegra pode ser lida em
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=4179

comentem aqui o que pensam sobre isso.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Jornal do mundo todo

Para ler a primeira página de jornais do mundo todo visite a página

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/

quinta-feira, 28 de maio de 2009

PALESTRA DO MARIO CORTELLA

A Lessandra convidou e fomos até Araras para participar da palestra solidária promovida por várias entidades de assistência social.

Quem é

Mario Sergio Cortella?

(retirado do lattes)

possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira (1975), Mestrado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1989) sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti e Doutorado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997) sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire. Atualmente é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da Pós-Graduação em Educação (Currículo) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na qual está desde 1977; é membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010). Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991/1992) e tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação libertadora, ética, multiculturalidade, antropologia filosófica, epistemologia e currículo. É autor, entre outros livros, de A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos (Cortez); Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille (Papirus); Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas (Vozes); Não Nascemos Prontos! (Vozes); Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto (Papirus), O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei (Cortez), Liderança em Foco, com Eugênio Mussak (Papirus) e Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética (Vozes).

Vejam as fotos

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Tecnologia e Educação

Lançada um número da revista Em Aberto sobre tecnologia e educação. Confira o sumário abaixo

acesso em
http://emaberto.inep.gov.br/index.php/emaberto/issue/view/101/showToc

Vol. 21, No 79 (2008)

Sumário

Apresentação

Apresentação PDF
Luís Paulo Leopoldo Mercado (Ufal),

Enfoque

Integracao de midias nos espaços de aprendizagem PDF
Luís Paulo Leopoldo Mercado (Ufal)

Pontos de vista

Linguagens midiáticas e comunicação em EaD PDF
José Aires de Castro Filho (UFC), Mauro Cavalcante Pequeno (UFC), Priscila Barros David (UFC), Gerardo S. Viana Júnior, Claudenice de Freitas Souza
Formação de educadores em ambientes virtuais de aprendizagem PDF
Maria Elisabette Brisola Brito Prado (Uniban), Maria da Graça Moreira da Silva (PUC-SP)
Gestão de tecnologias, mídias e recursos na escola: o compartilhar de significados PDF
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida (PUC- SP)
Educação cidadã, mídias e formação de professores PDF
Sonia Schechtman Sette (UFPE), Márcia Angela da Silva Aguiar (UFPE), Maria de Fatima Duarte Angeiras (UFPE)
Desenho didático para educação on-line PDF
Edméa Santos (Uerj), Marco Silva (Uerj)
Experiências interativas com ferramentas midiáticas na tutoria on-line PDF
Cleide Jane de Sá Araújo Costa (Ufal), Fábio Paranguaçu (Ufal), Anamelea de Campos Pinto (Ufal)
Mídias na educação e co-autoria como estratégia pedagógica PDF
Leila Lopes de Medeiros (UFRJ)

Bibliografia comentada

Bibliografia comentada na área de Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação PDF
Luís Paulo Leopoldo Mercado (Ufal)

domingo, 17 de maio de 2009

Um novo livro sobre embodied and bodily manifestation of mathematical knowing

Este é um assunto que tem me interessado.

Veja a apresentação do livro

Mathematical Representations at the Interface of the Body and Culture

Edited by Wolff-Michael Roth, University of Victoria, Canada

A volume in the series: International Perspectives on Mathematics Education - Cognition, Equity & Society

Series Editor(s): Bharath Sriraman, The University of Montana and Lyn English, Queensland University of Technology


Over the past two decades, the theoretical interests of mathematics educators have changed substantially-as any brief look at the titles and abstracts of articles shows. In the 1980s, mathematical knowing and learning were explained in psychological models, focusing on motivation, interest, abilities, information processing, and conceptual (including alternative) frameworks. Jean Piaget's ideas about accommodation and assimilation reigned as a pair key theoretical concepts that many drew on to explain observations made in individual interviews, teaching experiments, and quantitative classroom studies. From an a-posteriori perspective, however, one can now detect early signs of a way of thinking that has revolutionized mathematics education since. Early papers of Paul Cobb (e.g., 1985) show that while he attended to individual cognition, his or her motivation, and the (radical) construction of individual worlds, Cobb's reference list already shows a beginning to the social aspects of mathematical cognition, as he was well aware of the literature in the social studies of science (e.g., Karin Knorr-Cetina, Barry Barnes, Thomas Kuhn).

Largely through the work of Paul Cobb and his various collaborators, mathematics educators came to be attuned to the intricate relationship between individual and the social configuration of which she or he is part. That is, this body of work, running alongside more traditional constructivist and psychological approaches, showed that what happens at the collective level in a classroom both constrains and affords opportunities for what individuals do (their practices) (McClain & Cobb, 2001).

Increasingly, researchers focused on the mediational role of sociomathematical norms and how these emerged from the enacted lessons. This perspective often is artic ulated in terms of the relations between the inter- and intra-mental (or psychological) processes that Lev Vygotsky (1978) has articulated. Hereby, practices and processes in which a child participates with others (inter-psychological plane) are internalized and then operate on their own on an intra-psychological plane.

A second major shift in mathematical theorizing occurred during the past
decade: there is an increasing focus on the embodied and bodily manifestation of mathematical knowing (e.g., Lakoff & Núñez, 2000).

Mathematics educators now working from this perspective have come to their position from quite different bodies of literatures: for some, linguistic concerns and mathematics as material praxis lay at the origin for their concerns; others came to their position through the literature on the situated nature of cognition; and yet another line of thinking emerged from the work on embodiment that Humberto Maturana and Francisco Varela (1980) advanced. Whatever the historical origins of their thinking, mathematics educators taking an embodiment perspective presuppose that it is of little use to think of mathematical knowing in terms of transcendental concepts somehow recorded in the brain, but rather, that we need to conceptual knowing as mediated by the human body, which, because of its senses, is at the origin of sense.

One of the question seldom asked is how the two perspectives, one that focuses on the bodily, embodied nature of mathematical cognition and the other that focuses on its social nature, can be thought together.

Cultural-historical activity theory, with its simultaneous orientation toward embodied operations and social already integrates the two perspective, allowing us to theorize the intricate relationships not only between individual and social cognition but also other aspects of mathematical activity such as motivation and emotions (Roth, 2007). Another avenue to theorizing the material body and the social aspects of knowledge togethe r has emerged in a line of work that began with phenomenological sociology (e.g., Alfred Schutz) and, on the one hand, has developed into ethnomethodology and conversation analysis (e.g., Garfinkel, 1967), and, on the other hand, has found its expression in early forms of dialectical theories in which social fields and individual dispositions are complementary aspects of the same situations (e.g., Bourdieu, 1990). The first line of work has been realized, for example, in the ethnomethodological studies of mathematicians (Livingston, 1986) whereas the second line of work centrally influenced mathematical cognition in the everyday world (Lave, 1988). In both lines of work, great attention is paid to the various ways in which mathematical cognition is exhibited, which involves not only mind, but also and especially so the body; and because mathematical cognition is exhibited, it inherently is for others, and therefore social even though singularly expressed in and by the performance of individual bodies.

The past two decades also have seen an emergent interest in inscriptions, that is, forms of mathematical representations inscribed in some medium, including paper, computer monitors, chalkboards, and whiteboards (Latour, 1987). The term inscription was chosen to focus theorizing away from the mental representations that had been the concern of cognitive psychologists.

Inscriptions, because of their material nature easily inspectable by all parties in a communicative setting, play in important role in the expression of mathematical cognition-both directly (as instance of) and indirectly (mediating it)-in the articulation and development of individual and social aspects of knowing (Meira, 1995).

This edited volume situates itself at the intersection of these theoretical and focal concerns. All chapters deal with mathematical inscriptions as these are interpreted, produced, or both. The domains include geometry (Edwards, Hwang et al.) and data-representing inscriptions including line graphs, histog rams, and scatter plots (Cobb, Rasmussen, Roth, Krummheuer, Nemirovsky, Radford). In each case people collectives are involved, sometimes in whole-class settings (Cobb, Edwards, Hwang, Krummheuer), at other times in two- or three-person transactions (Nemirovsky, Rasmussen, Radford, Roth). In all papers, the current culture both at the classroom and at the societal level comes to be expressed and provides opportunities for expressing oneself in particular ways; and these expressions always are bodily expressions of body-minds (especially emphasized in Edwards, Hwang, Roth, Nemirovsky, Nuñez, Radford). As a collective, the papers focus on mathematical knowledge as an aspect or attribute of mathematical performance; that is, mathematical knowing is in the doing rather than attributable to some mental substrate structured in particular ways as conceived by conceptual change theorists or traditional cognitive psychologists. The ethnomethodologically and conversational analytically informed study by Roth brings out the simultaneously social and bodily embodied nature of mathematical cognition in situations that are intelligible to, and intelligibly created by, the co-participants to conversational transaction. The collection as a whole will show readers important aspects of mathematical cognition that are produced and observable at the interface between the body (both human and those of [inherently material] inscriptions) and culture.

Order Online: http://infoagepub.com/index.php?id=9&p=p482aef665f151

Um artigo que publiquei com o Ole

ver detalhes em http://springerlink.metapress.com/content/r5422q2r32642478/

Journal of Mathematics Teacher Education


Abstract
We consider what a concern for social justice in terms of social inclusion might mean for teacher education, both practising and prospective, with particular reference to the use of information and communication technology (ICT) in mathematics education taking place at a borderland school. Our discussion proceeds through the following steps: (1) We explore what a borderland position might denote to address what social inclusion might mean. (2) We consider the significance of mathematics education and the use of ICT for processes of social inclusion. (3) We briefly refer to the Interlink Network, as many of our observations emerge as reflections on this project. (4) We present different issues that will be of particular importance with respect to teacher education if we want to establish a mathematics education for social inclusion. These issues concern moving away from the comfort zone, establishing networks, identifying new approaches, moving beyond prototypical research, and getting in contact. This brings us to (5) final considerations, where we return to the notion of social justice.

Keywords Social inclusion - Borderland school - Computers and mathematics education - Teacher–researcher collaboration - Risk zone